14.11.07

Babel

 

Achei esse filme chatíssimo, lento e mal amarrado. Uma narrativa confusa e enfadonha. A Cate Blanchett branca como cera contrastando com o ambinete marroquino foi demais. A mulher parecia uma múmia. Também, se os americanos têm paranóia com terrorismo por que viajar para as bandas do oriente? Coisa clichê, sem sentido. No filme só a história dos meninos me comoveu. Aliás, a vida daquelas pessoas no deserto é triste demais. Ao contrário da patricinha nipônica que está à beira de um ataque de nervos porque não consegue transar. Exagerado, não? Afinal, uma moça bonita, rica e com amigos surdos-mudos… Achei muito molho para o bacalhau! Menos, bem menos, quase nada! E o que dizer daquela empregada do casal de americanos? A mulher atravessa a fronteira para o México sem problemas, vai à festa do filho e ainda tem um pega com um senhor pra lá de usado. Uma cena sem propósito. E a degola da galinha? Pra que aquilo? Gael Garcia Bernal parecia estar fazendo um ritual de magia negra, cruzes!!! Totalmente desnecessário. Era só para assustar os loirinhos filhos dos patrões. Quer saber? Nem por Brad Pitt vale a pena ver esse filme. Ao invés dele, melhor é assitir Chrash, no limite e o Jardineiro Fiel, películas que devem ter inspirado o produtor do filme Babel, mas esse não chega nem ao cheiro do ralo delas.

cbianc    22:49 — Arquivado em: Sem categoria
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